Segundo dados da PNAD Contínua do IBGE, no trimestre encerrado em junho de 2025, o Brasil registrou 6,3 milhões de pessoas desempregadas, com a taxa de desemprego em 5,8% — o menor índice da série histórica iniciada em 2012.
🔄 Queda expressiva em relação ao trimestre anterior
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A taxa caiu de 7,0% para 5,8%, o que representa cerca de 1,3 milhão de pessoas a menos desempregadas neste trimestre.
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Na comparação anual, houve redução de 15,4%, com aproximadamente 1,1 milhão de pessoas saindo da situação de desocupação.
👥 Mais pessoas empregadas
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O número total de pessoas ocupadas chegou a 102,3 milhões, novo recorde histórico nos dados da PNAD Contínua.
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Houve um aumento de 1,8% no trimestre (mais 1,8 milhão) e 2,4% em 12 meses (mais 2,4 milhões).
📃 Emprego formal e informal
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Foram registrados 39 milhões de trabalhadores com carteira assinada, maior patamar desde 2012, acompanhados por 13,5 milhões de ocupados sem carteira.
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A taxa de informalidade sofreu leve queda e ficou em 37,8% da população ocupada, o menor nível desde 2020.
⏱️ Outros indicadores importantes
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A taxa de subutilização (que inclui desempregados, subocupados e desalentados) caiu para 14,4%, também a menor da série histórica.
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O número de desalentados (quem desistiu de procurar emprego) caiu para 2,8 milhões, menor nível desde 2016.
💵 Renda e massa salarial em alta
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O rendimento médio mensal real dos trabalhadores chegou a R$ 3.477, novo recorde, com crescimento de 1,1% no trimestre e 3,3% em 12 meses.
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A massa de rendimento real habitual atingiu R$ 351,2 bilhões, crescendo 2,9% no trimestre e 5,9% na comparação anual.
📊 O que isso significa?
1. Mercado de trabalho em recuperação
A alta na ocupação e queda no desemprego expressam retomada econômica, com empregos sendo gerados especialmente nos setores de comércio, serviços e administração pública.
2. Formalização em destaque
Mesmo com aumento de empregos informais, o crescimento expressivo dos postos com carteira reforça a melhoria na qualidade do trabalho formal no país.
3. Redução do desalento
Menos pessoas desistindo de buscar emprego indica mais confiança na recuperação do mercado e maior disposição para a reinserção profissional.
4. Impacto direto na renda
Mais empregos formais, menor informalidade e renda média em alta fortalecem o consumo, estimulam a economia local e reduzem desigualdades regionais.
Fonte: cbn.globo.com



