Circula na internet uma página fraudulenta que imita o site do jornal O Estado de S. Paulo e afirma, de forma enganosa, que o empresário Eduardo Moreira estaria promovendo uma plataforma de investimentos chamada Swap 100X Lotemax, prometendo ganhos de até R$ 48 mil por semana com aplicação mínima. Essa informação é falsa e já está sendo investigada.
A farsa chama a atenção por usar elementos visuais semelhantes aos do Estadão, com layout idêntico e título sensacionalista:
“Novo projeto de Eduardo Moreira já beneficiou mais de 10 mil brasileiros.”
O link da página falsa é https://faliconeed.com, ou seja, não pertence ao Estadão, cujo site oficial é estadao.com.br.
❌ O que há por trás da fraude
Ao clicar no link, o usuário é direcionado para uma nova página que promete lucros diários de quase R$ 4 mil. Para isso, exige dados pessoais como nome, e-mail, telefone e CPF, e posteriormente solicita um depósito via cartão de crédito, enviado a uma empresa sediada na África do Sul. Um aviso em letras pequenas alerta que o tipo de operação é de alto risco, voltada ao mercado de câmbio (forex) – o que serve apenas para disfarçar o golpe.
📢 O que dizem os envolvidos
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A assessoria de Eduardo Moreira confirmou que ele não tem qualquer envolvimento com essa plataforma ou com o conteúdo divulgado.
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O Estadão declarou que a página é fraudulenta, com uso indevido do seu nome e logomarca, além da manipulação de imagens por inteligência artificial.
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A empresa já adotou medidas legais imediatas, como o registro de boletim de ocorrência e pedido de inquérito policial por crimes como falsidade ideológica e associação criminosa.
Essa tentativa de golpe segue um padrão comum: atrair vítimas com promessas de lucros fáceis, usar indevidamente nomes conhecidos e, em seguida, colher dados sensíveis e realizar cobranças suspeitas.
🚨 Fique atento!
Desconfie de promessas de dinheiro rápido e fácil, principalmente se envolvem figuras públicas ou plataformas que você nunca ouviu falar. Sempre verifique a URL do site, procure fontes oficiais e não forneça dados pessoais ou bancários sem confirmação da legitimidade.
Fonte: g1.globo.com


